Lembro-me hoje de quando era criança, quando minha diversão se focava em brincadeiras e meu estudo minhas próprias perguntas. Eu não fazia ideia do que era responsabilidade e tudo o que fazia era coisa de momento ou porque minha mãe ensinou que assim seria o certo, mas isso não quer dizer que eu sempre fazia o que ela dizia, a trapaça fazia parte de mim também. E como todo ser humano, as células que se duplicam fazem o crescimento, e, é... Pode se dizer que cresci, mas ainda não tudo, talvez nem a metade, porém muita coisa mudou, e o correto que mamãe sempre me dizia para fazer começou a fazer sentido, as brincadeiras perderam o objetivo e se transformaram em vagas lembranças, os coleguinhas viraram meus amigos ou apenas pessoas da infância, meus pais se tornaram meus melhores guias, e a escola passou a fazer papel importante na minha vida, pois agora, não tenho mais que ir "comer merenda" mas sim "comer livros, devora-los" para fazer do meu futuro melhor.
Aliás, essa palavra me deixa tensa tanto quanto a muitos de mim, "futuro", pois parece que tudo a volta me faz pensar nele, se faço isso ou aquilo as consequências virão no futuro, se deixo de fazer algo, pode me fazer falta depois, 6 letras, uma palavra, uma grande confusão. Não, não queria mesmo pensar nessa palavra, porque quando era criança eu não precisava. E porque tanta pressão agora? Não, não! Mas preciso pensar, preciso agir, tudo está voltado pra essa pequena palavra, e infelizmente preciso fazer coisas por ela, mas felizmente o presente me faz suportar isso, por vocês meus amigos, por vocês meus pais, ninguém pode ser então feliz sozinho, quem dirá construir um futuro, mas se tenho vocês e todo esse amor e confiança, nada poderá me abalar para fazer de uma pequena palavra, um simples acontecimento. São apenas fases...
Como eu me identifiquei com esse texto... :')
ResponderExcluirFaço da frase de Izabella a minha.
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