Nascemos aprendendo o amor, desde aquele grito de dor que nos trouxe ao novo mundo, livre e cheio de vida. Vivemos aprendendo o amor, família, amigos, conhecidos... Buscamos agora um amor, diferente do nascimento e do dia-a-dia, um amor correspondido, certa alegria. Amor este que nos fascina e encanta, nos envolve de prazer e carinho. Amor que se tornou raro pela desesperança, que só parece sonho aos olhos de uma criança, que por poucas vezes viu seus avós sorrirem, porque esses sim, se juntos hoje, são a prova de que esse amor tão frágil e quase-extinto existe. Todos seguem essa estrada amando os poucos ou muitos que nela permanecem ou se não permanecem, tão raros se esquecem. E pelo amor que o senhor do amor nos ensinou, eu ainda sigo prezando todos os tipos de amores possíveis, o amor dos pais que me querem mais que o bem, dos meus amigos, que quando verdadeiros, estarão comigo em todos os momentos, da minha família, amor-carinho e preocupação e o meu amor, minha metade, minha segurança, minha base. Então, desejo que não se extingue, que viva e perdure, pois não há coisa mais bela que amar e ser amado, e desta forma trazer ao mundo frutos que gerarão novos tipos de amores, de novo e de novo, sem parar... Que assim seja, amor, amor, ah...